Nosso voo (não tem mais acento, lembram?) sairia de Florianópolis às 8h05, mas atrasou 20 minutos. Ok, em tempos de caos aéreo 20 minutos não é nada. Foi o que descobrimos na nossa primeira conexão, em Brasília. Chegamos na cidade às 10h40, de onde supostamente partiríamos para Salvador e depois Petrolina às 11h20. Era bom demais pra ser verdade. Problemas de manutenção na aeronave (palavras do piloto) causaram um pequenino atraso de três horas, o que nos fez perder a segunda conexão em Salvador.

Assim que chegamos à capital baiana, os prestativos funcionários da BRA e da Ocean Air nos fizeram a gentileza de comunicar que não havia mais nenhum voo para Petrolina hoje. Resultado: temos que dormir essa noite em Salvador. Chegaremos a nosso destino com exatamente 24 horas de atraso. Pontualidade britânica!

Mas perder o primeiro dia da viagem, gastar um tempo que não temos em uma cidade que não conhecemos, podres de cansada depois de quase 12 horas de chá de banco em aeroportos do Sul, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil não é o pior. O problema é perder o encontro do movimento das bacias amanhã de manhã, nosso primeiro grande compromisso. Não tem hotel e puxação de saco que compense isso.

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Essa foto aí é um bônus pra você, querido leitor. Sem foco, sem perspectiva, sem nada. E o riso é de desespero.

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